
Objetivamente a resposta é 'sim'. Entretanto, pesquisas indicam que para cada 12 ricos que fazem orçamentos para controlar os gastos de suas famílias, outros 10 ricos não o fazem. E por que uma parcela tão grande dos ricos continua rica mesmo sem fazer orçamento? Isso não contraria o argumento dos especialistas de que o controle de gastos está na base de uma vida financeira vigorosa? É disso que estaremos tratando a seguir.
PAGANDO PRIMEIRO A SI PRÓPRIO
Os ricos que não fazem orçamento adotam uma estratégia diferente daqueles que o fazem. Eles "se pagam antes de pagarem a quem quer que seja". Isto significa que eles guardam um determinado percentual de suas rendas antes de começarem a pagar seus credores. Esse percentual varia de 10% a 30%, sendo a faixa que vai de 15% a 20% a mais comum.
Desta forma, um rico que ganha $ 20.000 por mês, poderia aplicar de $ 3 mil a $ 4 mil antes de realizar seus gastos. Em resumo, ele vive com algo em torno de 80% de sua renda. E aí fazem o que bem entendem, pois já reservaram a poupança prevista.
E OS POBRES FAZEM ORÇAMENTO?
Para mim é difícil responder a esta questão, pois não conheço pesquisas a este respeito. Primeiramente seria necessário responder à seguinte questão: quando alguém pode ser classificado como pobre? Pela classificação do IBGE seriam as classes D e E. Mas prefiro utilizar a classificação "idade-renda": quem tem um patrimônio líquido inferior à metade do produto de 10% da renda anual pela idade, seria pobre.
Assim, se vc tem uma renda anual de $80 mil e está com 40 anos, você será pobre se tiver um patrmônio líquido inferior a $160 mil, ou seja, (10% x $80 mil x 40)/2. Neste caso você pode ser classificado como um sub-acumulador de riqueza, ou um SAR. Causa surpresa este raciocínio, não? Como pode alguém ganhar $ 80 mil por ano e ainda assim será tido como pobre? É que o segredo não está em quanto se ganha, e sim em quanto se gasta. Alguém já disse que rico não é quem tem muito, mas que precisa de pouco; ou seja, precisa de menos do que ganha: vive bem com 80% de sua renda e busca aplicações geradoras de valor para os 20% restantes.
Portanto, um passo firme para a destruição da renda é não ter um orçamento ou não se pagar primeiro. Eu sugiro que tente fazer um orçamento junto com seu cônjuge se este for seu caso.
A TRAVA DE 1%
PAGANDO PRIMEIRO A SI PRÓPRIO
Os ricos que não fazem orçamento adotam uma estratégia diferente daqueles que o fazem. Eles "se pagam antes de pagarem a quem quer que seja". Isto significa que eles guardam um determinado percentual de suas rendas antes de começarem a pagar seus credores. Esse percentual varia de 10% a 30%, sendo a faixa que vai de 15% a 20% a mais comum.
Desta forma, um rico que ganha $ 20.000 por mês, poderia aplicar de $ 3 mil a $ 4 mil antes de realizar seus gastos. Em resumo, ele vive com algo em torno de 80% de sua renda. E aí fazem o que bem entendem, pois já reservaram a poupança prevista.
E OS POBRES FAZEM ORÇAMENTO?
Para mim é difícil responder a esta questão, pois não conheço pesquisas a este respeito. Primeiramente seria necessário responder à seguinte questão: quando alguém pode ser classificado como pobre? Pela classificação do IBGE seriam as classes D e E. Mas prefiro utilizar a classificação "idade-renda": quem tem um patrimônio líquido inferior à metade do produto de 10% da renda anual pela idade, seria pobre.
Assim, se vc tem uma renda anual de $80 mil e está com 40 anos, você será pobre se tiver um patrmônio líquido inferior a $160 mil, ou seja, (10% x $80 mil x 40)/2. Neste caso você pode ser classificado como um sub-acumulador de riqueza, ou um SAR. Causa surpresa este raciocínio, não? Como pode alguém ganhar $ 80 mil por ano e ainda assim será tido como pobre? É que o segredo não está em quanto se ganha, e sim em quanto se gasta. Alguém já disse que rico não é quem tem muito, mas que precisa de pouco; ou seja, precisa de menos do que ganha: vive bem com 80% de sua renda e busca aplicações geradoras de valor para os 20% restantes.
Portanto, um passo firme para a destruição da renda é não ter um orçamento ou não se pagar primeiro. Eu sugiro que tente fazer um orçamento junto com seu cônjuge se este for seu caso.
A TRAVA DE 1%
Vejo uma a crueldade contida na afirmação de que é preciso reservar 20% ou 30% da renda mensal para aplicações em poupança ou outros investimentos. O lado cruel está em querer aplicar esta idéia a pessoas que nunca tiveram o hábito de guardar parte de sua renda. Como alguém que ganha $ 3 mil por mês vai poupar $ 600 ou $ 900 a partir do recebimento do próximo salário ou pró-labrore, se nunca guardou nem 5%? Quem toma contato com essas idéias é estimulado a desistir tendo em vista a dificuldade de implementação da proposta. Compreensível essa atitude. Entretanto sugiro que se faça como no ditado chinês quando afirma que uma "longa caminhada começa com um primeiro passo".
Isso mesmo: dê o primeiro passo na direção de sua independência financeira adotanto o que eu chamo de estratégia do 1%. Ela é útil para pessoas que nunca tiveram o hábito de poupar. Pessoas endividadas podem adotá-la para começar a gerar riqueza. Essa estratégia pode levar à construção da liberdade financeira, mas exige uma boa dose de disciplina, aquilo que muita gente chama de "ter opinião". Você diz que vai fazer e pronto, faz!
A ESTRATÉGIA E AS DÍVIDAS
Mas como seguir essa estratégia se as dívidas ainda não foram resolvidas? Então é preciso primeiro enfrentar as dívidas e estancar a sangria. Uma boa idéia é fazer o que sugiro a seguir. (1) Para enfrentar as dívidas descubra formas de trocar dívidas caras por dívidas mais baratas. Por exemplo, se você está devendo no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito (os dois grandes vilões do endividamento), procure empréstimos com taxas mais baratas para quitá-los (CDC ou empréstimo bancário para pessoa física). Você não tem tempo pra isso? Então pague alguém para fazer isto pra você e remunere-a de acordo com a redução que ela conseguir. Ou pague o preço de não fazer nada. Procure também ajuda para cumprir esta etapa: converse com pessoas que já passaram pelo problema, fale com um consultor financeiro, leia livros sobre educação em finanças e sobre orçamentos pessoais e familiares. (2) Para estancar a sangria, evite as compras por impulso (como é difícil evitá-las, né?). Essa é a grande causadora dos déficits pessoais. Faça como os alcoólatras em recuperação: evite entrar nos "botecos", ou seja, nos shoppings; vá a parques, fique em casa. Não deixe que seus olhos embriaguem você. Há outros truques: não ir ao supermercado com fome nem com crianças, e levando sempre uma lista do que precisa. Às vezes eu prefiro comprar nos minimercados de bairros do que enfrentar a grande variedade de produtos dos hipermercados, bem como suas grandes filas. Evite fazer compras em época de pagamento de salários. Há pesquisas que indicam um razoável aumento de preços nesse período que vai do dia 25 de um mês ao dia 10 do mês seguinte. Nesse intervalo muitos supermercados testam estratégias de preço-alvo para determinados produtos. Em uma postagem futura tratarei dessa estratégia, mas posso adiantar que os supermercados vão elevando os preços de alguns itens para ver até que ponto a demanda mantém a margem de lucro deles.
SE VOCÊ NÃO CUIDAR, NINGUÉM DÁ A MÍNIMA
Cuide bem do seu dinheiro. Ninguém fará isto melhor do que você. Mas a fila é enorme de pessoas querendo tomá-lo de você. E essa fila entra na sua casa pelo telefone e pelo correio. Pelo telefone entram os serviços de telemensagens, oferecendo as mais variadas "promoções", créditos pré-aprovados, serviços de internet, TV a cabo e muitos outros que você ou já tem ou pode dispensar. Pelo correio entram os cartões de crédito que você não pediu e outras promoções também dispensáveis.
SE VOCÊ NÃO É RICO FAÇA SEU ORÇAMENTO
Você deveria fazer um orçamento e se comprometer a cumpri-lo com determinação. Não vai ser fácil no início, como em quase tudo que é novo. Educação financeira é algo que faz falta aos adultos exatamente porque não a tiveram na adolescência. Então, iniciar o processo de independência financeira através do dogma orçamentário pode ser complicado, mas traz recompensas. Se você não sabe fazer orçamento, acompanhe minhas postagens e vou lhe trazer informações valiosas para colaborar neste processo.
Uma informação muito importante para o a evolução no aprendizado dos orçamento é alocar seus ganhos em aplicações geradoras de riqueza, como ações e imóveis. Se ainda é cedo para você pensar nisso, implemente a estratégia do 1% e logo você chegará a este patamar. Mas seu o seu caso é o quem já está buscando oportunidades nestas áreas, sugiro que procure fazer cursos e ler publicações correlatas, e ir lendo minhas postagens.
Sugiro firmemente que você estude o mercado acionário e aprenda a investir em ações. Comece pelos fundos de ações ou por um clube de investimentos. O aprendizado adquirido nestas duas experiências irá lhe dar segurança para investir em ações escolhidas por você mesmo, montando uma carteira que lhe traga retornos mais que compensadores. Os ganhos poderão alavancar sua caminhada rumo à independência financeira. Também estarei tratando disto em minhas postagens.
Se você quiser uma palestra sobre orçamento familiar ou mercado acionário para você e seu grupo de amigos e amigas, entre em contato comigo pelo meu email e poderemos combinar. Não importa o lugar do Brasil onde você more. Meu email é nobresilva@hotmail.com ou nobresilva@gmail.com. E meu site é www.primusct.com.br.


